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PATRIOTISMOTexto de abertura de nossa página na Internet quando de seu lançamento em 05/03/2009, destaca que o termo vem de “patriota”, do radical latino “pátria” = país natal. É o sentimento de amor à Pátria. É um sentimento complexo, onde se destacam o desinteresse, o realismo, a permanência e o amor sem invejas. Assista aqui a polêmica entrevista de Mario Oliveira para a TV Vídeo Livre, gravada no dia 18 de abril.PNDH 3
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Você recebeu nossa mensagem e ficou curioso ??? Curiosos ficamos nós ao ver o programa de emissão de e-mails em massa ser fechado toda vez que a mensagem era enviada para o primeiro da lista. Tentamos enviar outras mensagens e o programa funcionava perfeitamente. Por que será que só esta mensagem não seguia ?? Baixe agora o arquivo completo do livro que está sendo retirado de todas as prateleiras do mundo todo. LEIA MAIS >> |
República das bananas - Honduras: Nunca mais!
Agora o calo está apertando para o Brasil.
A maior crise diplomática já vista, com graves consequências para a imagem do país por sua neutralidade em conflitos na América Latina, vem abrigar em sua embaixada o ex-presidente - legalmente deposto - Manuel Zelaya, que atua como se estivesse em um poder paralelo, incitando a violência na capital Hondurenha, tendo os muros da embaixada como palanque.
Embora a mídia venha se referindo à substituição do presidente da República de Honduras como um "golpe", parece que ninguém havia feito um estudo mais aprofundado dos fatos ali ocorridos à luz da Constituição hondurenha e, ainda, sob a ótica das medidas judiciais levadas a efeito, até aparecer uma avaliação nas sábias palavras do advogado Lionel Zaclis, doutor e mestre em Direito pela USP.
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Um Anti-Imperialista
chamado Micheletti!
Neste texto afinado com a realidade dos fatos, o argentino Marcos Ghio dá mostras do que está envolvido na crise em Honduras.
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A União das Organizações Democráticas da América - UnoAmérica, tem o prazer de informar a seus colaboradores e amigos, assim como ao público em geral, que veio à luz pública o livro intitulado "El Plan del Foro de Sao Paulo para destruir a las Fuerzas Armadas".
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Comandante do EB corre risco
de ação penal-militar
O escândalo do “Exército da Fome” deve parar na Justiça Militar, gerando uma das mais graves crises militares pós-regime-de-64. O Comandante do Exército, Enzo Martins Peri, corre o risco de sofrer uma ação no Superior Tribunal Militar, com base em pelo menos três artigos do Código Penal Militar.
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O STF rejeitou na quinta, 27 denúncia contra o ex-ministro e no dia 28 ele confirma sua candidatura ao governo do Estado de São Paulo em 2010. Interessante, não ?
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Bom Senso
Não nos deixemos cair em tentação. Precisamos ter bom senso
sempre, principalmente ao analisar questões políticas. A emoção, ódio,
devoção a este ou a aquele político/partido deve ser evitada. Vejam estas considerações.
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Jobim vai à guerra !
Duvido que exista um único militar dentro do oficialato que não soubesse - e desde FHC ! - que as FFAA fatalmente chegariam a esta condição de completa castração... se não houvesse uma reação firme do Alto Comando. LEIA MATÉRIA DE ISTOÉ (29/08/09) >>
UNIÃO NACIONALISTA LANÇA SEU BOLETIM
O marco Zero de uma união de todas as entidades que prezam pelos valores de nossa sociedade, cada vez mais massificada e degenerada pela máquina opressora do Estado Comuno-Petista
Extradição de
Cesare Battisti
O Ministro Gilmar Mendes, do STF desempatou o julgamento do terrorista Italiano Cesare Battisti e votou pela sua extradição.
O Processo de Extradição EXT/1085, movido pelo Governo Italiano, pode ser consultado na página do STF - clique no atalho a seguir para ir direto (www.stf.gov.br) e basta digitar EXT/1085 na caixa de diálogo inferior.
Na tarde de 18/11 o STF retomou o julgamento do pedido de extradição do assassino terrorista Cesare Battisti, após o empate dado pelo juiz Marco Aurélio Mello.
Como consequência maior do voto de Marco Aurélio, veio a questão da competência para a extradição, atribuída ao Presidente da República, parecer inicial da juiza Ellen Grace que já havia votado pela concessão do asilo ao assassino.
O presidente do STF, Gilmar Mendes deu seu voto favorável à extradição. Comemorado em parte, pois ele lançou a batata quenta nas mãos do nosso "líder".
Sabe-se bem que a influência do nefasto Tarso Genro pode resultar no asilo concedido por Lula, como determina a Constituição no seu artigo 84, usando este do seu (duvidoso) poder discricionário. E Mendes antecipa ainda que o processo pode retornar ao STF.
Relembrando:
O ministro Relator, Cezar
Peluso apontou ilegalidade na decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder a Battisti status de refugiado por “fundado temor de perseguição”, por motivos políticos. Peluso defendeu que os crimes cometidos por Battisti não podem ser enquadrados na categoria de crime político, sendo, na verdade, crimes comuns graves.
Peluso concluiu que Battisti deve cumprir pena, porém condicionou a entrega de Battisti ao compromisso italiano de que ele não fique preso por mais de 30 anos, já que não existe prisão perpétua na lei brasileira. Votaram com o relator os ministros Ricardo Lewandowski, Ellen Gracie e Carlos Ayres Britto.
Os ministros do STF, Joaquim Barbosa, Eros Grau e Carmen Lúcia votaram contra a extradição.
Eros Grau é conhecido por sua parcialidade com o caso dos Sarney na eleição que cassou a vitória nas urnas de Jackson Lago no Maranhão e empossou a candidata derrotada, Roseana Sarney. Agora ele oportunamente retira-se para não fazer peso no processo movido contra Roseana.
Lembramos que a permanência do asilo à Battisti traz são inúmeras consequências à imagem do Brasil, dentre elas, a de servir de porto seguro para criminosos das mais diversas facetas. Em breve, grandes terroristas de origem Árabe ou Européia, além de traficantes de armas Russos, estarão pedindo asilo no Brasil com base nessa jurisprudência e a justiça deixará de ser feita onde cometeram seus crimes.
Os crimes de Cesare Battisti
Gian Carlo Caselli, magistrado respeitado internacionalmente, afirma que Cesare Battisti “não foi condenado apenas por quatro homicídios e por pertencer a um bando armado terrorista.
Foi também condenado pela ‘gambizzazione di varie persone’, ou seja, disparava com arma de fogo projéteis nas pernas das pessoas.
Além disso, acabou condenado por furtos, porte de armas e outros graves crimes”.
Acrescente-se: abuso sexual de incapaz e tiros nas pernas de transeuntes para difundir o medo.
Já em Abril de 2008, o Procurador-Geral da República, Antonio Fernando Souza, opinou (vide parecer no sitio da PGR-MPF) pelo deferimento do pedido de extradição do italiano Cesare Battisti, preso no Brasil desde o início de 2007 e condenado na Itália à prisão perpétua pelo homicídio de quatro pessoas no período de 1977 a 1979. O procurador, no entanto, ressalva que a legislação brasileira não admite a prisão perpétua e que, no caso de o Supremo Tribunal Federal deferir a extradição, a Itália deverá substitui-la pela pena de 30 anos de reclusão, abatendo desse período o tempo que o réu cumpriu prisão preventiva no Brasil.
Antonio Fernando considerou os ilícitos que levaram à condenação de Battisti como crimes comuns e, por isso, passíveis de extradição, Ele afirma que, embora tenham sido provocados por membros de uma facção política, foram “marcados por certa frieza e desprezo pela vida humana”
CONTINUE A LER NOSSOS
TEXTOS ABAIXO:
LEMBRETE AOS AUSENTES:
A pátria não se discute, nem se condiciona a acordos e juramentos; está acima dos direitos dos homens. Se for necessário mudam-se as constituições, alteram-se os tratados, mas salva-se a pátria. A pátria não se discute porque não se escolhe, como não se escolhe a família em que nascemos; ama-se, defende-se e engrandece-se, à custa da própria vida, se for preciso. D. FRANCISCO RENDEIRO, O.P. |
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@nacionalismo_br
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FORA SARNEY!
Manifestação realizada em 15/08/2009
na Av. Paulista em São Paulo
Comentários selecionados
Só pra constar !
Entrevista do Lula ao repórter Milton Neves em 1993, por ocasião do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello:
Milton Neves: o meu negócio é futebol, o seu é política, é a primeira vez que eu falo com voce lado a lado. Mas me diga uma coisa, uma curiosidade que eu tenho: Lula, Luis Inacio Lula da Silva, você tem pena de Fernando Afonso Collor de Mello?
Lula: Tenho, eu... não é que eu tenho pena, como ser humano, eu acho que uma pessoa que teve a oportunidade que aquele cidadão teve de fazer alguma coisa de bom para o Brasil, um homem que tinha respaldo de grande maioria do povo brasileiro, ou seja, ao invés de construir um governo, construiu uma quadrilha como ele construiu, me dá pena porque deve haver algum sintoma de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor. Efetivamente eu fico com pena porque eu acho que o povo brasileiro esperava que essa pessoa pudesse pelo menos conduzir o país, se não a uma solução definitiva, pelo menos a indícios de soluções para os graves problemas que nós vivemos. Lamentavelmente a ganância, a vontade de roubar, a vontade de praticar corrupção fez com que o Collor jogasse o sonho de milhões e milhões de brasileiros por terra. Mas de qualquer forma, eu acho que foi uma grande lição que o povo brasileiro aprendeu e eu espero que o povo brasileiro em outras eleições escolha pessoas que pelo menos eles conheçam o passado político.
Qualquer semelhança com o passado seria mera coincidência?
Cada vez mais, entramos em um novo mundo, onde não se poderá confiar em nenhuma instituição, em nenhuma autoridade, em nenhum prestígio, e onde cada um terá de buscar a verdade por seus próprios meios, se os tiver. Mais um texto de Olavo de Carvalho.
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Verás que um filho teu... Não, não verás !
Olavo de Carvalho como sempre, neste texto de 17/07, mostra (quer dizer, não há o que mostrar, se não veremos) porque estamos todos condenados, se não nos unirmos. Como disse John Jenkins, "se é verdade que o fanático tem a força de dez homens, assim é porque os outros nove não podem ser incomodados".
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"A uma Excelência"
LEIA MAIS - texto inaugural
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PARA REFLETIR:
É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.
(Adrian Rogers, 1931)
Somos parte da humanidade, e o que é pior, da "humanidade brasileira", amorfa, covarde, hipócrita, subserviente, analfabeta
e faminta.
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