Até quando os Oficiais das Forças Armadas
confundirão obediência com omissão?

Infelizmente, assistimos a mais um exemplo da má qualidade da grande maioria dos Oficiais que ocupam hoje postos importantes nas hierarquias de comando das Forças Armadas. Oficiais que representam hoje, o governo, ou melhor, os sucessivos governos que se revezam no poder nas últimas décadas e não o verdadeiro Estado. E assim, não defendendo os reais interesses da Pátria, apenas são multiplicadores das inverdades e da corriqueira inversão de conceitos de atribuições e prerrogativas, no que tange à responsabilidade dos governos e das atuais instituições, típica dos governos recentes. Desta forma, o oficial General Adriano Pereira Junior, fez afirmações no mínimo levianas, pois se tratam de declarações completamente fora da realidade da segurança pública, onde destacamos que “em dois anos se teve um resultado positivo nas UPPs.” Como? Se as forças auxiliares precisaram das Forças Armadas justamente devido a uma política de décadas de abandono dos governos, para entrar na comunidade e, agora termos resultados “positivos” pela manutenção das UPPs, pelas mesmas forças incapazes de subir o morro e que são obedientes a uma política incompetente em pôr fim ao astronômico avanço do processo de criminalização daquela comunidade? Ou melhor, neste caso, da capital Fluminense.

Assim, além de omitir o fato de que a própria criação das chamadas UPPs é um fenômeno que comprova a ineficiência da política pública de segurança e que, o emprego das tropas federais em zona urbana é o coroamento desta medonha realidade, ele ainda justifica sua utilização. Sua alegação, dentre tantas inverdades, é sobre a entrada de armamento de controle e responsabilidade do Exército, citando o fuzil, utilizado na comunidade em questão. Lamentavelmente, o General Adriano Pereira, não menciona a deplorável condição em que se encontra o controle e monitoramento das fronteiras do Brasil; sucateamento de equipamentos, falta de efetivo para cobrir vastas regiões e o moral baixo da tropa. Nesta última condição, encontramos homens, principalmente as praças, vivendo em condições não condizentes com as suas responsabilidades e recebendo soldos inferiores ao seu elevado valor como defensor da Pátria. Daí a entrada de material bélico que deveria ser controlado. Ao contrário disto, ele menciona o processo de “reaparelhamento” do Exército e que o efetivo é suficiente para cobrir as regiões fronteiriças.

Contudo, as informações citadas em recente documento entregue ao governo desmentem mais este político fardado, como mostram os dados abaixo, publicados pelo jornal O Estado de São Paulo, na data de 22 de novembro de 2011, com o Título; “Relatório sigiloso da Defesa comprova sucateamento do setor militar no País

Até quando continuaremos ouvindo a omissão daqueles que juraram “com o sacrifício da própria vida...” defender a Pátria? Será que a pátria é, para esses homens, apenas o sinônimo de estabilidade no emprego, carreira promissora e privilégios? E as Instituições que estão beirando ao esfacelamento, vítimas da corrupção crescente e do materialismo dissolvente que vem solapando os valores que edificaram este País, será somente a próxima conversa entre um whisky e outro nos coquetéis de algumas casernas?

Assista abaixo à íntegra do programa dividido em 5 partes no YouTube:




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